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(ÉS O MEU) LIVRO ABERTO

Desfolho-te como seda
Coberta de lantejoulas
Afasto a cortina lentamente
Pedaço a pedaço
Que bom é ler-te
Entre o jardim banhado em mel
E a cascata desnudada
No horizonte da tua sombra
Aragem perfumada de canela
Com pitada de pimenta
Ler-te é cegamente
Aquilo que me alimenta
Nas entranhas do meu ser.

25.09.2011











Aprecie as pequenas coisas da vida. São as mais belas e as mais intensas. Lembre-se que essas são as melhores.

quarta-feira, 29 de maio de 2013

FILOMENA MALVA E JESSICA NEVES - ÓASIS





















Para quê interrogar tua floração
Se mansos foram teus olhos
A desaguar pensamentos fugidios
Para saciar o silêncio dos escolhos
Sobre o diáfano branco da ilusão.

Para quê interrogar tua solidão,
Calada em noites de longos dias
Naufragados na extensa languidez
Que desnudou tuas vestes coloridas
Para um rodopio de corpos grãos.

(Filomena Malva)

Para quê interrogar teu caminho
Se independente é o pensamento
Que guia o corpo em cada passo,
Deita sobre mim, todo o teu lamento
Não te irei negar, qualquer carinho.

Para quê interrogar tua canção
Se tod’a melodia soa diferente
A noite só s’embala com lua cheia
O teu olhar só comigo é gente
Porque de amor se banha o coração.


(Jessica Neves)
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