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(ÉS O MEU) LIVRO ABERTO

Desfolho-te como seda
Coberta de lantejoulas
Afasto a cortina lentamente
Pedaço a pedaço
Que bom é ler-te
Entre o jardim banhado em mel
E a cascata desnudada
No horizonte da tua sombra
Aragem perfumada de canela
Com pitada de pimenta
Ler-te é cegamente
Aquilo que me alimenta
Nas entranhas do meu ser.

25.09.2011











Aprecie as pequenas coisas da vida. São as mais belas e as mais intensas. Lembre-se que essas são as melhores.

quinta-feira, 21 de março de 2013

A RIMA É UMA PRISÃO





















Não entendo esta relação
Do poeta com a rima
Escrever livremente o que vai no coração
É que é uma obra-prima!

A rima é uma prisão
Dá a volta à cabeça
Cabe na desilusão
Quando não (se) encaixa nenhuma peça!

Sim… A rima é uma prisão
Amarga que sorve até à dor
Parece uma pobre oração
Jamais escrita com Amor…

(O amor está na genuinidade
Em algo que flui naturalmente
E não num poema em tom de falsidade
De quem quer rimar (só porque sim) simplesmente)!


…E quando digo isto
Contra mim falo
Estou farta disto
Devia calar e não calo!

Estou presa
E inundada
Minh’alma é pobreza
Devastada!

17.02.13

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